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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

FIM DOS VOTOS DOS PRESOS

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PL Antifacção: a hora da verdade entre o STF, o cidadão de bem e o voto dos presos A emenda do PL Antifacção que impede presos, inclusive provisórios, de votar não é apenas um detalhe técnico na legislação eleitoral; é uma prova de fogo para saber se o Brasil ainda será governado pela vontade do povo ou pelo ativismo de 11 ministros do Supremo Tribunal Federal. Ao colocar em xeque o voto dentro dos presídios, o Congresso empurra o STF para uma encruzilhada: ficar ao lado do cidadão de bem, que trabalha, paga imposto e vive refém do crime, ou continuar protegendo “direitos” de presos em nome de uma Constituição interpretada de forma cada vez mais distante da realidade. Desde 1988, abriu-se espaço para que presos provisórios votassem, com o argumento da presunção de inocência. Em 2010, o TSE regulamentou seções eleitorais dentro de presídios, tratando isso como “avanço democrático”, enquanto o Estado perdia o controle de boa parte das unidades prisionais para facções e comandos. Hoje, qu...

QUANDO A JUSTIÇA FUNCIONA UM ATENTADO FRUSTRADO TEM DESFECHO PIOR QUE UM CONSUMADO

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O atentado frustrado contra o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Flórida, terminou com o agressor condenado à prisão perpétua em poucos meses. Já o atentado consumado contra Jair Bolsonaro em 2018, que quase lhe tirou a vida, resultou na declaração de inimputabilidade do agressor e numa internação psiquiátrica de duração incerta.  Para muitos brasileiros de direita, essa diferença alimenta a impressão de que a Justiça “endurece” quando julga conservadores como réus, mas “amacia” quando eles são vítimas. 1. O caso Trump: resposta dura e rápida Em setembro de 2024, Ryan Wesley Routh montou um “ninho de atirador” perto do campo de golfe de Trump em West Palm Beach, armado com um fuzil e colete balístico, à espera do momento certo para disparar. Um agente do Serviço Secreto percebeu o cano da arma, atirou e frustrou o atentado, mas o plano e o preparo estavam claramente caracterizados. Routh foi denunciado na Justiça Federal norte‑americana por tentativa de assassi...

O CARNAVAL DO LULA

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O operário de fantasia e o Brasil real Enquanto a Acadêmicos de Niterói promete cantar “Lula, o operário do Brasil” em um enredo épico, o Brasil real segue esmagado por impostos, inflação, insegurança e desemprego disfarçado. O “operário” exaltado na Sapucaí não é o trabalhador que acorda às 5 da manhã em Curitiba, São Paulo ou Joinville para pegar ônibus lotado e bater ponto em fábrica, oficina ou mercado; é um mito cuidadosamente fabricado pelo marketing político e pelo sistema cultural para justificar um projeto de poder que já destruiu a economia, a moral pública e a confiança nas instituições. No enredo, a trajetória é contada pela bisavó, como se o país inteiro fosse obrigado a sentar na sala e ouvir, em rede nacional, um conto de fadas familiar patrocinado pelos cofres públicos.  E PIOR NOS CONHECEMOS A VERDADE HISTÓRIA DELE... Para o povo trabalhador, que vê parte do seu salário desaparecer em impostos para Brasília, essa apoteose carnavalesca soa como ironia: enquanto ele...

A instrumentalização do IBGE e a distorção do jogo eleitoral

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A crise recente no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não é apenas um conflito administrativo ou técnico. Ela tem implicações diretas sobre a lisura do processo eleitoral de 2026, sobretudo porque envolve um órgão de Estado responsável por produzir os números que balizam o debate público sobre desemprego, pobreza, PIB e desigualdade. Quando há suspeita consistente de que esses dados possam estar sendo politicamente conduzidos para favorecer o governo de turno, o que está em jogo já não é apenas a credibilidade estatística, mas a própria igualdade de condições entre candidatos.  No centro desse enredo está a exoneração de uma servidora com mais de quarenta anos de casa, conhecida por sua atuação técnica e pela resistência a interferências políticas internas. Sua saída ocorre no contexto de pressões, denúncias e atritos com uma gestão indicada pelo Palácio do Planalto, acusada por servidores de tentar “organizar” metodologias, publicações e estruturas instituciona...

Lula prometeu proteger as mulheres e entregou recordes de feminicídio

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No interior do Paraná, onde a gente aprende desde cedo a respeitar família, trabalho e fé, é impossível olhar para os números da violência contra a mulher e fingir que está tudo bem. Lula voltou ao poder prometendo proteger as mulheres, posar de “defensor” do público feminino, mas o que o Brasil viu foi exatamente o contrário: recorde atrás de recorde em feminicídios, com quatro brasileiras assassinadas por dia simplesmente por serem mulheres. Enquanto o governo organiza eventos, faz discursos e lança “pactos”, na vida real o caixão continua chegando na casa das famílias. Durante a campanha, Lula falou em prioridade para a segurança das mulheres, estrutura de acolhimento, combate firme ao agressor. Na prática, o que se vê é um Estado inchado em propaganda e fraco em ação. A cada ano da gestão petista, a curva da violência sobe mais um degrau, deixando claro que o governo prefere a narrativa ideológica à proteção concreta. O resultado é cruel: mulheres pobres, muitas delas no interior d...